quarta-feira, 13 de junho de 2007
terça-feira, 5 de junho de 2007
Mudando de religião
Eu vivia numa crença pagã.
Toda noite eu fazia o culto a baco.
Entretanto caí numa grande perdição,
E resolvi redimir-me numa fé cristã.
Todo domingo eu ia ao culto orar.
Sem perder a minha razão
Eu viva feliz, estava sempre cantando
E retornava a minha casa, do culto orando
Até que num dia, caí em uma tremenda desilusão
Vi que a verdadeira fé, não pertence ao critão
Pois esse até o seu próprio irmão, mata!
Não quero mais acreditar naquela bravata
Caso, em vida, eu não seja boa pessoa
O som, do inferno, para mim, ressoa.
Toda noite eu fazia o culto a baco.
Entretanto caí numa grande perdição,
E resolvi redimir-me numa fé cristã.
Todo domingo eu ia ao culto orar.
Sem perder a minha razão
Eu viva feliz, estava sempre cantando
E retornava a minha casa, do culto orando
Até que num dia, caí em uma tremenda desilusão
Vi que a verdadeira fé, não pertence ao critão
Pois esse até o seu próprio irmão, mata!
Não quero mais acreditar naquela bravata
Caso, em vida, eu não seja boa pessoa
O som, do inferno, para mim, ressoa.
Distante ou perto
Menina quando tu passas, mudo todas as minhas concepções
Passo a acreditar em seres mágicos: duentes e anões.
A realidade deixa de ter sentido, sem a tua presença
Deve ser essa a minha limitação, minha sentença.
Que por mais que eu queira, enganar, fingir e mentir
Não consigo simplesmente fingir não existir.
Mesmo quando lá... Bem distante, no longínquo estás
Pode ter certeza e acreditar que nunca te enganarás.
Passo a acreditar em seres mágicos: duentes e anões.
A realidade deixa de ter sentido, sem a tua presença
Deve ser essa a minha limitação, minha sentença.
Que por mais que eu queira, enganar, fingir e mentir
Não consigo simplesmente fingir não existir.
Mesmo quando lá... Bem distante, no longínquo estás
Pode ter certeza e acreditar que nunca te enganarás.
Assinar:
Postagens (Atom)