Eu vivia numa crença pagã.
Toda noite eu fazia o culto a baco.
Entretanto caí numa grande perdição,
E resolvi redimir-me numa fé cristã.
Todo domingo eu ia ao culto orar.
Sem perder a minha razão
Eu viva feliz, estava sempre cantando
E retornava a minha casa, do culto orando
Até que num dia, caí em uma tremenda desilusão
Vi que a verdadeira fé, não pertence ao critão
Pois esse até o seu próprio irmão, mata!
Não quero mais acreditar naquela bravata
Caso, em vida, eu não seja boa pessoa
O som, do inferno, para mim, ressoa.
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