quarta-feira, 30 de maio de 2007
Quando dirigir é um perigo!
A ação de dirigir é uma ação extremamente perigosa. Já que estão envolvidos veículos rápidos, pessoas e o meio físico para o devido rolamento de todos. Entretanto esse ato torna-se menos perigoso quando temos alguns ingredientes básicos: calma, paciência, concentração, auto-controle de suas funções físicas e mentais, um veículo em boas condições de uso, uma boa habilidade do condutor e por último saber para onde quer ir e como chegar lá. Quando alguns desses itens básicos estão em falta surgem algumas complicações na ação de conduzir. A falta desses é a principal responsável pelos acidentes fatais e outros males do trânsito.Um detalhe importante na ação de dirigir é: as pessoas que estão com você. Se o motorista estiver sozinho, ele deve preocupar-se em não perder a atenção. Como exemplo do quê tira a atenção da pista temos: aparelhos celulares, mulheres/homens - depende da opção de quem dirige – capazes de nos tirar do sério... Agora, quando o condutor está acompanhado tudo complica. Dificilmente a pessoa que dirige e a pessoa no carona não conversam entre si, e daí pode surgir o principal risco no trânsito: "o pitaco".O pitaco nada mais é do uma pessoa - que acha saber de algo, geralmente também tem carteira de motorista ou é passageiro a muito tempo, por isso se acha no direito de dar palpite - fazer sugestões no modo como eu, você, ou qualquer um que esteja ao volante no momento deve dirigir. Isso ocasiona alguns problemas ao condutor tipo: tirar a concentração do mesmo, obriga-o a fazer algumas manobras impróprias, assusta-o com gritos e movimentos bruscos. Ou seja, um tremendo “mala”.Por isso amiguinhos, se se encontrarem com uma pessoa assim sigam o seguinte passo a passo: coloquem-no no banco de trás – sabemos onde devem ficar as crianças descontroladas... -; vende-o com um pano/tecido de cor preta – de preferência, assim reduziremos ao máximo a visibilidade do mesmo -; amarre-o com as mãos para trás – dessa forma evitamos os movimentos bruscos -; e por último, e o mais importante, lacre a boca do/da “mala – para esse recurso recomendo o uso e uma meia “trêsontonte”: fedida, suja, úmida e grudenta. Eu garanto não tem erro, isso é altamente eficaz.
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